Com objetivo de conhecer os parentes e um pouco mais da história dos Lauschner no Brasil foi realizada no final de semana, dias 12 e 13 de fevereiro, a 12ª Lauschnerfest na cidade de Iporã do Oeste. O evento iniciou no final da tarde de sábado com a recepção das delegações vindas de cidades distantes, quando foi realizado o tradicional jogo de futebol no campo do Grêmio União, seguido de jantar.

Já no domingo (13), os festejos iniciaram com missa na Igreja Matriz do município às 10 horas, foto dos descendentes e apresentação das delegações. O almoço e festejos continuaram no pavilhão católico, ao lado da igreja, com almoço seguindo a festa durante toda tarde com muita música. Até a tradicional polonesa e outras brincadeiras tiveram sua vez. Estiveram expostas árvores genealógicas da família.

Aliás, este é também um dos objetivos da festa, construir a árvore genealógica. A grande maioria dos dados já pesquisados estão disponíveis na internet no endereço, www.sadi.jor.br. Participaram da festa caravanas vindas da região de Santa Cruz do Sul, Blumenau, Paraná, Três de Maio, e de diversos municípios do extremo-oeste catarinense. A cada edição da festa, mais parentes Lauschner participam da festa para confraternizarem e relembrarem momentos importantes da sua história e de seus antepassados.

O próximo encontro será na Paróquia Santo Antônio em Santa Cruz do Sul nos dias 4 e 5 de maio de 2013. Os contatos podem ser realizados com Pedro Muller no 51-37493252

OBS: se você esteve presente na festa e tiver fotos para a Galeria de Fotos mande para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. no tamanho mínimo de 800x600.


Um pouco da história
Os imigrantes Augusto Lauschner e Edwiges Pruefer Lauschner chegaram a Porto Alegre no dia 07 de setembro de 1872, há 134 anos. Ele com 50 anos, ela com 49, lavradores, nascidos em Klopschen (hoje Klobuczyn) na Silésia Prussiana, foram fixar residência em Boa Vista, Santa Cruz do Sul, RS. Augusto e Edwiges vieram com os filhos: Francisco Germano com 20 anos, Luiza com 18, Bernardo com 15, Roberto com 12, Ana com 10, Augusto com 8 e Hedwiges com 6.

Os pioneiros Lauschner na Linha Ervalzinho foram os irmãos Otto, Roberto e Francisco Lauschner, filhos de Bernardo e Rosina, netos do Augusto e Edwiges Lauschner vindos da Alemanha. Os irmãos Roberto, Francisco e Otto, vieram para a então colônia de Porto Novo, que mais tarde se chamaria Itapiranga (Linha Ervalzinho), lá pelos anos de 1930, em função das promessas feitas pelo Volksverein. Roberto foi um dos primeiros professores da comunidade, vereador por Chapecó e mais tarde delegado por Itapiranga. Francisco foi marceneiro e fez os bancos da igreja e outros móveis da comunidade. Já Otto Lauschner, casado com Joana Sofia Back, foi agricultor e líder atuante na comunidade, sendo o presidente para construção da igreja.

Conforme pesquisa realizada pelo falecido padre Roque Lauschner, todos os que no sul do Brasil contam com o sobrenome Lauschner descendem de uma única família vinda da Silésia Prussiana.